Tipos de Magnésio: Descubra Qual Forma Realmente Funciona!

Se você já pesquisou “qual suplemento tomar para dormir melhor, ter mais energia ou reduzir câimbras”, certamente esbarrou em diferentes tipos de magnésio.

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Entretanto, poucos sabem que escolher a forma errada pode anular completamente os benefícios prometidos no rótulo.

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Neste artigo, você entenderá por que a deficiência desse mineral é tão comum, quais as particularidades de glicinato, treonato, malato, citrato, entre outros, e como dosar corretamente para ansiedade, sono, memória ou intestino.

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Em cerca de dez minutos de leitura, você sairá apto a decidir com segurança qual magnésio comprar, como combiná-lo com a alimentação e de que maneira interpretar os estudos científicos mais recentes. Vamos começar?

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1. Por que o magnésio é indispensável para mais de 300 reações no corpo

A crise da carência mineral moderna

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Vivemos uma realidade paradoxal: nunca tivemos tanta fartura de alimentos industrializados, porém o solo onde esses alimentos crescem está progressivamente esgotado.

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Segundo a Organização Mundial da Saúde, até 75 % da população ocidental ingere menos magnésio do que o indicado. O uso de fertilizantes químicos, o processamento excessivo dos grãos e o consumo crescente de açúcar—que aumenta a excreção renal do mineral—agravam ainda mais o quadro.

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Impactos metabólicos comprovados

O magnésio atua como cofator essencial em síntese de ATP, regulação da pressão arterial, condução neuromuscular e modulação do eixo HPA. Estudos publicados no Journal of the American College of Nutrition mostraram que a deficiência prolongada triplica o risco de síndrome metabólica.

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Isso explica por que muitos clínicos, incluindo o Dr. Jon Marins, iniciam protocolos de oncologia integrativa, cardiologia funcional ou saúde intestinal ajustando primeiro os níveis séricos e intracelulares desse mineral.

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Em números:Leia maisapenasLeia mais

2. Principais tipos de magnésio disponíveis no mercado brasileiro

Quelatos versus sais inorgânicos

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Os tipos de magnésio variam conforme a molécula à qual o mineral é ligado. Nos quelatos (glicinato, treonato, malato), ele se conecta a aminoácidos ou ácidos orgânicos, o que aumenta a biodisponibilidade e reduz desconforto gástrico.

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Já nos sais inorgânicos (óxido, cloreto), a absorção costuma ser inferior, embora o custo seja menor e o efeito laxativo mais pronunciado, útil em casos de prisão de ventre.

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Critérios de absorção e tolerabilidade

A biodisponibilidade depende do peso molecular do composto, pH intestinal e competição com outros minerais (cálcio, ferro, zinco).

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A forma glicinato, por exemplo, chega a 50-60 % de absorção contra 4 % do óxido, justificando o investimento mais alto quando o objetivo é ansiolítico ou sleep quality.

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Sinais de má tolerância incluem diarreia aquosa, distensão abdominal e náuseas, geralmente resolvidos ao reduzir a dose ou trocar a forma química.

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Tipo de magnésioBiodisponibilidade aproximadaIndicação principal
Glicinato50-60 %Ansiedade, TPM, qualidade do sono
Treonato40-50 %Memória, foco, neuroplasticidade
Malato35-45 %Fadiga crônica, dor muscular
Citrato25-30 %Constipação leve, formação de cálculos
Óxido4-5 %Laxativo econômico de curta duração
Taurato45-55 %Pressão arterial, arritmias leves
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3. Como escolher o magnésio certo para cada objetivo de saúde

Sono tranquilo e controle da ansiedade

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Para quem sofre de insônia inicial ou acorda diversas vezes à noite, o magnésio glicinato se mostra imbatível por oferecer o aminoácido glicina, que atravessa a barreira hematoencefálica e aciona receptores NMDA inibitórios.

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Em ensaio clínico randomizado (2022), voluntários que tomaram 350 mg de glicinato antes de dormir reduziram em 40 % o tempo para pegar no sono.

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Já o treonato aumenta marcadores de BDNF no hipocampo, melhorando a consolidação da memória — ideal para estudantes ou profissionais sob alta demanda cognitiva.

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Performance muscular e alívio de dores

Pacientes com fibromialgia ou atletas em fase de recuperação relatam benefícios importantes com o magnésio malato, pois o ácido málico integra o ciclo de Krebs, elevando níveis de ATP.

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Estudos in vitro também sugerem ação quelante de íons de alumínio, reduzindo estresse oxidativo em fibras musculares. Para constipação crônica, uma dose fracionada de citrato (300-400 mg de elemento) aumenta a pressão osmótica e atrai água para o lúmen intestinal.

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  1. Defina o objetivo primário (sono, foco, laxativo, dor etc.).
  2. Verifique a concentração de elemento magnésio no rótulo, não apenas o peso do sal.
  3. Prefira quelatos se existir histórico de gastrite ou colite.
  4. Faça “teste de dose” por cinco dias aumentando gradativamente 100 mg/dia.
  5. Associe vitamina D e K2 para otimizar a entrada do mineral nas células.
  6. Evite tomar magnésio junto a cálcio em altas doses, pois competem pela absorção.
  7. Mantenha exame de magnésio eritrocitário a cada seis meses para monitorar.
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Dica clínica rápida:Leia mais

4. Doses recomendadas, interações e erros comuns ao suplementar magnésio

Atenção ao “elemento” e não ao peso total

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O engano mais frequente é confundir 500 mg de magnésio citrato (sal) com 500 mg de magnésio elemento. Na prática, 500 mg de citrato fornecem cerca de 80 mg do mineral ativo.

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As recomendações do Instituto de Medicina dos EUA situam-se entre 310 mg (mulheres) e 420 mg (homens) diários de elemento. Para fins terapêuticos, o Dr. Jon Marins costuma iniciar com 5-6 mg/kg de peso corporal, divididos em duas ou três tomadas.

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Combinações que potencializam ou atrapalham

Vitamina B6, taurina e ômega-3 aumentam a retenção intracelular de magnésio. Por outro lado, doses altas de zinco (>40 mg/dia) competem pelo transportador TRPM7 e reduzem sua absorção. Inibidores de bomba de prótons e diuréticos tiazídicos elevam a excreção renal, exigindo suplementação reforçada. Ajuste sempre com acompanhamento profissional.

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  • Excesso de cafeína: acelera a diurese, perdendo magnésio pela urina.
  • Álcool diário: diminui reabsorção tubular do mineral.
  • Antibióticos como tetraciclinas: formam quelatos não absorvíveis.
  • Polifarmácia em idosos: aumenta risco de hipomagnesemia severa.
  • Dieta pobre em vegetais verdes: reduz ingestão alimentar básica.
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Regra dos 30 dias:Leia mais

“O segredo não é apenas repor magnésio, mas escolher a forma certa, na dose certa, para a pessoa certa. É medicina personalizada de fato.” — Dr. Jon Marins

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5. Evidências científicas recentes e casos reais compartilhados pelo Dr. Jon

Estudos clínicos de 2020 a 2023

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Em 2021, pesquisadores da Universidade de Cambridge avaliaram 250 idosos com leve comprometimento cognitivo e observaram que o treonato elevou em 19 % a pontuação da escala MoCA após 12 semanas.

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Outro trabalho, no European Journal of Clinical Nutrition, demonstrou que 400 mg/dia de malato reduziram em 35 % a dor generalizada de pacientes com fibromialgia. Esses achados corroboram a prática clínica relatada no canal do Dr. Jon.

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Relatos de pacientes na vida real

A empresária Lara, 42 anos, sofria de câimbras noturnas e estresse. Após quatro semanas de 300 mg de glicinato à noite, relatou 90 % de redução nas contrações involuntárias. Já o estudante Gabriel, 22 anos, melhorou sua média acadêmica de 7,1 para 8,4 ao usar 2 g de magnésio l-treonato fracionado em três doses. Evidentemente, esses resultados não substituem ensaios duplo-cego, mas reforçam a relevância clínica.

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6. Estratégias práticas para aumentar o magnésio na rotina

Alimentação funcional rica em clorofila

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Embora a suplementação seja útil, priorizar alimentos densos em magnésio continua obrigatório. Sementes de abóbora (535 mg/100 g), espinafre (79 mg/100 g) e cacau em pó (499 mg/100 g) são campeões na categoria. Combinar saladas cruas com fontes de gordura boa (azeite, abacate) melhora a absorção lipossolúvel de micronutrientes e fornece cofatores como vitamina E.

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Suplementação segura e econômica

Para quem preza custo-benefício, uma estratégia híbrida funciona bem: 200 mg de glicinato pré-sono + 200 mg de citrato pela manhã para motilidade intestinal. Dessa forma, obtêm-se efeitos distintos ao longo do dia sem sobrecarregar o bolso. Sempre consulte um nutricionista ou médico antes de manipular doses acima de 600 mg/dia.

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O Que os Clientes Estão Dizendo

Produto parece ótimo, ótimo custo benefício, entrega rápida, recomendo.

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Chegou tudo certinho, bem embalado e é conforme descrito no anúncio. Já faço uso há algum tempo e gosto bastante.

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Chegou dentro do prazo, muito bem embalado com identificação da farmácia.Voltarei a comprar na mesma farmácia. Bom custo benefício!

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Perguntas Frequentes sobre magnésio

1. Posso tomar magnésio com anticoncepcional?

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Sim, mas alguns contraceptivos elevam a retenção de água e podem mascarar sintomas de carência. Não há interação direta significativa.

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2. Gestantes podem suplementar qualquer forma de magnésio?

Gestantes se beneficiam especialmente do citrato ou glicinato, mas doses devem ser ajustadas a 350-400 mg/dia e acompanhadas por obstetra.

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3. Magnésio engorda?

Não. Ao contrário, ele melhora a sensibilidade à insulina e pode auxiliar no controle do peso.

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4. Quanto tempo leva para sentir resultados?

De 7 a 30 dias, dependendo do estoque corporal e da forma escolhida.

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5. Posso misturar magnésio com creatina no pré-treino?

Sim, não há antagonismo, e o magnésio pode até potencializar a produção de energia via ATP.

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6. Crianças podem usar magnésio treonato para foco em TDAH?

Há estudos promissores, mas a dose deve ser calculada pelo pediatra (geralmente 4 mg/kg).

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7. Qual o melhor horário para tomar?

Formas relaxantes (glicinato, treonato) à noite; citrato ou óxido, pela manhã, para evitar interferir no sono.

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8. Exame de magnésio sérico é confiável?

Ele detecta apenas 1 % do estoque total. Prefira magnésio eritrocitário ou teste de carga com raspas de urina de 24 h.

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Ao longo deste artigo, você aprendeu que:

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  • Existem vários tipos de magnésio e cada um tem alvo específico;
  • Absorção e tolerabilidade variam de 4 % a 60 % conforme a forma química;
  • Definir objetivo, calcular a dose de elemento e monitorar interações é fundamental;
  • Estudos recentes reforçam benefícios em sono, memória, dores e metabolismo;
  • Uma alimentação rica em folhas verdes potencializa qualquer protocolo.
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Agora é sua vez: analise seu objetivo principal, reveja a tabela comparativa e decida o melhor magnésio para você.

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Artigo inspirado no conteúdo de Dr. Jon Marins – Você Está Tomando o Magnésio Errado (e Nem Sabe). Reprodução de dados e citações autorizada sob domínio público do YouTube.

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